quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

DST’s são responsáveis por 25% dos casos de infertilidade

SAÚDE


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FOTO: REPRODUÇÃO 

De acordo com os especialistas, a prevenção vai além do uso do
preservativo nas relações sexuais. É preciso evitar comportamentos de
risco. Os* *casos de DST’s têm aumentado, consideravelmente, nos últimos
anos, no Brasil e no mundo, a população precisa se conscientizar e voltar a
tomar cuidados, e as campanhas educativas deveriam acontecer o ano inteiro,
não apenas no verão e no Carnaval. *


Adotar um comportamento sexual responsável pode reduzir signitivamente o
risco de infecção por Doenças Sexualmente Transmissíveis. Grave problema de
saúde pública, as DST’s estão entre as principais causas da infertilidade,
além de desencadearem outras complicações sérias como aborto, doenças
neonatais e até mesmo o câncer do colo do útero devido à infecção pelo HPV,
podendo levar à morte. Além de prevenir várias doenças, o sexo seguro evita
a gravidez indesejada.

“Usar preservativo em todas as relações sexuais ainda é a principal forma
de prevenção, mas não é a única. É preciso evitar contato sexual com
pessoas desconhecidas e sob efeito de álcool e drogas, evitar ter vários
parceiros, observar sinais de DST’s no parceiro (lesões, verrugas,
secreções) e não ter relação sexual caso, qualquer dos parceiros, esteja
com alguma infecção nos órgãos genitais. Esses são cuidados que minimizam o
risco de ser infectado por uma DST”, adverte o ginecologista *Vinicius
Medina Lopes*, especialista em Reprodução Humana e diretor do *Instituto*
*Verhum*.  “Antes de iniciar um relacionamento é importante conversar com o
parceiro e tomar todos os cuidados para uma relação sexualmente segura. O
casal deve levar em conta o histórico sexual e possíveis doenças que cada
um dos parceiros possa ter”, acrescenta o médico *Jean Pierre **Barguil *
*Brasileiro*, especialista em Reprodução Assistida e diretor do *Instituto
Verhum.*  Os dois especialistas compartilham da mesma opinião: “As pessoas
voltaram se descuidar nos últimos anos, a população precisa ser
conscientizada e as campanhas educativas devem acontecer o ano inteiro e
não apenas no verão”.

A transmissão das DST’s pode acontecer pelo contato sexual oral, vaginal ou
anal e o contágio pode ocorrer mesmo que o ato sexual não seja consumado.
Transmitidas, principalmente, por contato sexual sem proteção com uma
pessoa que esteja infectada, as DST’s são causadas por vários agentes
etiológicos
(infecciosos) como vírus, fungos, protozoários e bactérias. *A transmissão
também pode acontecer de mãe para o bebê durante a gravidez ou o parto,
 através do compartilhamento de agulhas e seringas e nas *transfusões de
sangue. A gonorreia, a clamídia, o  HPV, a tricomoníase, a sífilis, cancro
mole, herpes genital, hepatite B e a Aids são as DST's mais conhecidas. O
Papilomavírus Humano (HPV) é considerado uma das doenças sexualmente
transmissíveis de maior incidência no mundo. O câncer do colo do útero,
conhecido como cervical, é causado pela infecção persistente de alguns
tipos de HPV.

Pelo menos 25% dos casos de infertilidade são atribuídos às Doenças
Sexualmente Transmissíveis. “A fertilidade de ambos os sexos pode ser
comprometida por essas doenças. Essas infecções, quando não são tratadas
logo e adequadamente, podem causar danos irreversíveis ao aparelho
reprodutor”, afirma o médico *Jean Pierre **Barguil **Brasileiro*.

Nas mulheres, doenças como a gonorreia e a clamídia, por exemplo, causam
inflamação das trompas, provocam a obstrução das mesmas, impedindo a
gravidez pelo processo natural ou causando a gestação ectópica. Nos homens,
essas patologias obstruem os condutos deferentes, os canais por onde passam
os espermatozoides. Segundo os especialistas, evitar infecções é
fundamental para preservar a fertilidade. .

Feridas (úlceras) dolorosas ou não, verrugas e bolhas nos órgãos genitais,
corrimento, mau cheiro, dor pélvica, ardência ou coceira, sentidas
principalmente no ato de urinar ou durante as relações sexuais podem ser
sinais de DST. “Ao perceber qualquer um desses sintomas, é importante
procurar imediatamente o médico e fazer com que o parceiro faça o mesmo. Se
diagnosticada alguma doença sexual, o tratamento deve ser feito pelo casal.
Se só um dos parceiros tratar, o problema persistirá e poderá evoluir
causando complicações graves,” esclarece o médico *Vinicius Medina Lopes*.
Os exames preventivos anuais também são indispensáveis, uma vez que essas
doenças podem evoluir de forma assintomática.



*Sobre o Instituto Verhum*





Referência nacional na área de Reprodução Assistida, o Instituto é dirigido
pelos médicos *Jean Pierre **Barguil* *Brasileiro* e *Vinicius Medina Lopes*.
Para garantir atendimento integral aos casais inférteis, o serviço conta
com uma equipe médica altamente qualificada nas especialidades de
reprodução assistida, andrologia, ginecologia geral e obstetrícia,
genética, ginecologia oncológica,  psicologia, ultrassonografia e
endoscopia ginecológica. Desde sua fundação, há 11 anos, o Instituto já tem
registrado centenas de bebês nascidos através de procedimentos de
reprodução assistida, como a inseminação e a fertilização in vitro.



Com sede localizada no Lago Sul, em Brasília, o Instituto Verhum  tem
unidades de atendimento também na Asa Norte e Asa Sul e aposta no
atendimento humanizado através de um ambiente acolhedor e uma equipe
multidisciplinar atenta a todos os detalhes, para transmitir confiança,
segurança e discrição. O serviço investe no que existe de mais atual e
seguro nos tratamentos de reprodução humana, com equipamentos de última
geração, aliando os conceitos de modernidade e inovação.





*Carol Campos*

*Assessoria de Imprensa