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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Polícia da China testa óculos com reconhecimento facial

TECNOLOGIA

O país é um dos que mais investem em este tipo de tecnologia


Óculos devem ajudar a identificar crimes
Óculos devem ajudar a identificar crimes
A polícia da China iniciou testes com óculos de reconhecimento facial, os quais permitem que os agentes identifiquem instantaneamente criminosos em ambientes públicos.
O óculos escaneia o rosto de todos os transeuntes, e após isso, a informação é levada para para a base de dados da polícia, que imediatamente informará o agente pelos óculos se a pessoa é suspeita de algum crime.
Segundo a imprensa local, desde o dia 1º de fevereiro, os óculos especiais já ajudaram a polícia chinesa a prender sete. A fase de testes foi realizada na cidade de Zhengzhou, na província de Henan.
Além disso, nas lotadas ruas chinesas, os óculos tecnológicos ajudaram a identificar mais de 20 pessoas que estavam andando com documentação falsa.
A China é um dos países que mais investem em sistemas de segurança que utilizam a tecnologia de reconhecimento facial. Acredita-se que haja cerca de 170 milhões de câmeras de monitoramento espalhadas pelo país.
De acordo com o jornal "South China Morning Post", de Hong Kong, o governo chinês está concluindo um sistema de reconhecimento facial que poderá identificar qualquer pessoa dos quase 1,4 bilhão de chineses em questão de segundos.

FONTE: AGÊNCIA ANSA

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Desabamento em obra de metrô no sul da China deixa mortos

MUNDO

Oito pessoas morreram e três estão desaparecidas após acidente.
Trabalhador investiga local em que uma rua caiu em acidente em estação de metrô em Foshan, na China, no dia 8 de fevereiro de 2018 (Foto: AFP)
Trabalhador investiga local em que uma rua caiu em acidente em estação de metrô em Foshan, na China, no dia 8 de fevereiro de 2018 (Foto: AFP)

Um desabamento no local de construção de uma nova linha de metrô em Foshan, cidade da província de Guangdong, no sul da China, deixou oito mortos e três desaparecidos, informou a secretaria de Transportes do município nesta quinta-feira (8).
Outras nove pessoas foram hospitalizadas sem risco de morte depois que a construção desmoronou na noite de quarta-feira, informou a secretaria, segundo a mídia estatal chinesa.
Um trecho da rua e da calçada afundou, deixando um ponto de ônibus próximo à beira da cratera, de acordo com fotos e vídeos da mídia estatal. O local era parte da construção da segunda linha de metrô de Foshan.
Esforços de resgate e uma investigação sobre a causa do desabamento estão em andamento, disse o escritório de transporte.
Acidentes no local de trabalho são relativamente comuns na China, que sofre com a deficiência de supervisão e cumprimento dos padrões de saúde e segurança.
Várias cidades do país estão instalando sistemas de metrô subterrâneo em ritmo acelerado, parte de um esforço nacional de modernização do transporte urbano.

FONTE: REUTERS

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

MUNDO

Ponte de vidro mais alta do mundo é aberta ao público na China

Com 488 metros de extensão e erguida a 218 metros de altura, a ponte foi inaugurada em Hebei, província chinesa localizada a 300 quilômetros de Pequim. Veja vídeo
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Os números também impressionam. A começar pelo piso, formado por 1.077 placas de vidro, cada uma delas com quatro centímetros de espessura. Essas placas ficam presas a uma estrutura elevada a 218 metros de altura, reforçada por 12 cabos, totalizando 126 toneladas. Foto: Divulgação

Veja vídeo





Apesar da aparente fragilidade do material usado, os engenheiros responsáveis pela obra garantem que a ponte é capaz de suportar terremotos de até seis graus de magnitude e furacões de força 12, a maior na Escala de Beaufort. Ou seja: pode até dar medo, mas caminhar sobre essa maravilha da engenharia moderna é completamente seguro.Projetistas do Bailu Group garantem que a ponte suporta até três mil pessoas, mas por segurança permitirá apenas 600 ao mesmo tempo. Ainda assim, não são poucos os visitantes que desistem de passar pela experiência ao conferir, no local, que a distância entre a construção e o solo é equivalente a um prédio de 50 andares.Antes da inauguração no Parque Hongya, o título de ponte mais alta do mundo pertencia ao Parque Natural de Zhangjiajie, também na China, onde existe estrutura semelhante com 430 metros de altura.

Fonte: Diário do Nordeste

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

MUNDO

Petróleo cai em Nova York à espera do furacão Irma

O barril de "light sweet crude" (WTI) caiu 1,61 dólar (-3,4%) nos contratos para entrega em outubro e fechou a 47,48 dólares no New York Mercantile Exchange (Nymex)

O petróleo fechou em baixa nesta sexta-feira, em Nova York. O mercado optou pela prudência diante de um fim de semana que deve ser marcado pela chegada do furacão Irma à costa dos Estados Unidos.
O barril de "light sweet crude" (WTI) caiu 1,61 dólar (-3,4%) nos contratos para entrega em outubro e fechou a 47,48 dólares no New York Mercantile Exchange (Nymex).

Em Londres, o barril de Brent do Mar do Norte para novembro recuou 71 centavos e fechou a 53,78 dólares.

"Os que apostavam em um aumento do preço do petróleo não quiserem ir para casa nesta sexta expostos à alta, quando um poderoso furacão se aproxima, o segundo a atingir o país em duas semanas", disse Robert Yawger, de Mizuho.

"Ninguém sabe quais consequências o Irma terá, nem como o mercado vai reagir na segunda de manhã", disse Yawger ao explicar a onda de vendas.

Enquanto as refinarias do Golfo do México que deixaram de funcionar pelpor causa do Harvey estão retomando suas operações, investidores se perguntam quais os impactos e estragos que o Irma vai provocar.



Atualmente no Caribe, o furacão Irma deve se dirigir para a costa sudeste dos Estados Unidos e tocar a Flórida no domingo. Mais tarde, pode chegar a Geórgia e Carolina do Sul.

Apesar de essa região não ter infraestrutura petroleira, refinarias, ou plataformas de construção, o primeiro efeito possível seria uma maior demanda de gasolina, porque os moradores da região estão fugindo, completou.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

MUNDO

Fusão na China criará maior 

empresa de energia elétrica do 
 
mundo


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FOTO: REPRODUÇÃO


O China Shenhua Group, principal produtor de carvão do país asiático, assumirá o controle do China Guodian Group, que figura entre os cinco principais geradores de energia da nação, em um acordo que criará a maior empresa de energia elétrica do mundo, no valor de 278 bilhões de dólares.

As empresas estavam em negociações sobre a fusão há vários meses, já que Pequim pretende reformular seu endividado e ineficiente setor estatal, além de criar empresas competitivas mundialmente em segmentos como geração de energia, transporte e metais.

O acordo Guodian-Shenhua foi anunciado nesta segunda-feira pela Comissão de Supervisão e Administração de Ativos (SASAC, na sigla em inglês), em uma declaração de apenas uma linha, sem outros detalhes.

Em um comunicado divulgado também nesta segunda-feira, a unidade listada Shenhua China Shenhua Energy comentou que sua matriz, o China Shenhua Group, irá absorver o Guodian como parte do acordo, com a empresa resultante dessa fusão chamando-se National Energy Group.

A companhia combinada terá uma capacidade instalada para produzir mais de 225 gigawatts (GW), ultrapassando a EDF e a ENEL e figurando como a maior elétrica do mundo por capacidade, segundo o consultor do Wood Mackenzie para Energia e Renováveis na Ásia-Pacífico, Frank Yu.

(Por Josephine Mason e Meng Meng)




REUTERS









terça-feira, 15 de agosto de 2017

MUNDO

Harvard lidera ranking anual chinês de melhores universidades do mundo



Harvard lidera ranking anual chinês de melhores universidades do mundo

(2007) O premier francês Dominique de Villepin responde a perguntas de alunos na Universidade de Harvard - AFP

As universidades americanas mantêm seu domínio em um ranking anual chinês sobre as melhores instituições acadêmicas do mundo, com Harvard liderando a lista pelo 15º ano consecutivo, seguida de Stanford.
Com poucas alterações no “top 10” em relação à sua última edição, o “Ranking Acadêmico das Melhores Universidades do Mundo” é organizado pela Shanghai Ranking Consultancy, que monitora e avalia desde 2003 cerca de 500 instituições consideradas de ponta.
A recorrente baixa mobilidade institucional no topo do ranking é, aliás, um traço que se sobressai.
Em nota, a consultoria informa que, entre os indicadores considerados na comparação, estão alunos e professores ganhadores de Prêmios Nobel ou de medalhas em suas respectivas áreas, além de artigos publicados nos periódicos “Nature” e “Science”.
A Universidade de Cambridge e o Massachusetts Institute of Technology (MIT) subiraram posições, ocupando terceiro e quarto lugares, respectivamente, e empurrando a Universidade da Califórnia-Berkeley para o quinto lugar.
Princeton, Oxford, Columbia, California Institute of Technology e Chicago completam o “top 10”.
Em 48º, a chinesa Tsinghua University integra pela primeira vez a lista das 50 principais universidades do mundo nesse ranking.
A instituição asiática mais bem colocada continua sendo a Tokyo University (24º), embora tenha perdido quatro posições. Na Europa, a melhor colocação é do Swiss Federal Institute of Technology, que fica em Zurique (19º).
A lista já foi alvo de críticas por privilegiar o campo de Exatas em detrimento da área de Humanidades.

AFP

sábado, 12 de agosto de 2017

ESPORTES

Paulinho está próximo de assinar pelo Barcelona


Paulinho comemora após fazer um gol no jogo desta quinta-feira (22)
Paulinho comemora após fazer um gol no jogo desta quinta-feira (22)Foto: DANTE FERNANDEZ / AFP
O brasileiro Paulinho, volante do Guangzhou, está perto de trocar a China pelo Barcelona por 40 milhões de euros, segundo informações de vários meios espanhóis neste sábado.

"A transferência do volante brasileiro para o Barcelona está muito próxima", afirmou a rádio catalã Rac1, citando fontes próximas ao jogador.

Segundo o jornal esportivo Sport, o Barça e o Guangzhou teriam chegado a um acordo pelo pagamento da cláusula de rescisão. O valor pelo jogador de 29 anos é de 40 milhões de euros.

O diário Mundo Deportivo afirma que o jogador vai viajar para a Espanha na segunda-feira.

Paulinho é um dos principais jogadores da seleção brasileira do técnico Tite, que o convocou para os jogos contra Equador e Colômbia, dias 31 de agosto e 5 de setembro, respectivamente, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo 2018.

O jogador trocou o Tottenham pelo Guangzhou em 2015, por 14 milhões de euros. Caso a transferência se confirme, Paulinho vai ser o terceiro nome a chegar no Barça, após a volta de Deulofeu e a chegada do português Nelson Semedo.
AFP

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

MUNDO



Coreia do Norte confirma plano para atacar Guam com mísseis





O presidente dos EUA, Donald Trump, e o líder norte-coreano, Kim Jong-un (Foto: Carlo Allegri/Reuters; KCNA/via Reuters)


 A Coreia do Norte confirmou nesta quinta-feira (10) que planeja disparar quatro mísseis contra a ilha americana de Guam, no Pacífico, alegando que apenas a força faz sentido para o presidente americano, Donald Trump.

"Um diálogo sensato é impossível com um sujeito assim, desprovido de razão, e com ele só funciona a força absoluta", indicou a agência estatal KCNA, citando o general norte-coreano Kim Rak-gyom.
A ameaça ocorre após os Estados Unidos advertirem os norte-coreanos, na quarta (9), de que o país está arriscando a sua "destruição" se continuar com o programa armamentista. Trump destacou o poder nuclear americano diante da crescente inquietação internacional, um dia depois de prometer "fogo e fúria" a Pyongyang "como o mundo nunca viu".
"Espero que nunca tenhamos que usar esse poder", acrescentou Trump, após a sua advertência sem precedentes ao governo de Kim Jong-un, que ameaça atacar o território americano com mísseis nucleares.Longe de apaziguar a situação, o secretário americano de Defesa, Jim Mattis, pediu que a Coreia do norte "detenha" o desenvolvimento de armas nucleares e pare de fomentar ações que levem "ao fim de seu regime e à destruição de seu povo".
Em sintonia com os tuítes de Trump, o chefe do Pentágono minimizou o poderio militar de Pyongyang, afirmando que "perderia qualquer corrida armamentista ou conflito que começasse" com os EUA.
A repercussão dos tuítes de Trump e de sua incendiária declaração de terça-feira (8) de seu clube de golfe em Nova Jersey, onde está de férias, afetaram a queda do dólar, as principais bolsas mundiais e despertaram inquietações.
Nesta quinta, o Japão afirmou que "jamais poderá tolerar as provocações" de Pyongyang. "Apelamos firmemente à Coreia do Norte para que leve a sério as reiteradas advertências da comunidade internacional, acate as resoluções da ONU e se abstenha de realizar novas provocações", disse o porta-voz do governo japonês Yoshihide Suga.
O funcionário japonês destacou que "é muito importante manter o poder de dissuasão americano diante da gravidade da situação de segurança na região".
Na véspera, a China exortou que se evitem "as palavras e os atos suscetíveis" de agravar a situação, enquanto Berlim pediu "moderação" às partes. A França, no entanto, elogiou a "determinação" de Trump ante Pyongyang.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, se mostrou "preocupado", e pediu por meio de seu porta-voz que reduzam as tensões e apelem para a diplomacia.
A pedido de Washington, a Organização das Nações Unidas endureceu há alguns dias as sanções contra Pyongyang por seu programa nuclear, que poderia custar ao governo norte-coreano um bilhão de dólares anuais.
 (Foto: Editoria de Arte/G1)(Foto: Editoria de Arte/G1) (Foto: Editoria de Arte/G1)

"Não há para onde correr"

Os Estados Unidos descartam uma "ameaça iminente" para Guam, um estratégico enclave militar, onde conta com 6.000 soldados, e outros objetivos, confiando que a pressão diplomática irá prevalecer.
"Acho que os americanos devem dormir bem, sem nenhuma preocupação sobre esta particular retórica dos últimos dias", disse o chefe da Diplomacia americana, Rex Tillerson, após justificar a "mensagem forte" do presidente Trump "em uma linguagem que Kim Jong-un pode compreender".
Sobre o fato de os comentário de Trump surpreenderem o seu círculo mais próximo, a porta-voz da Casa Branca, Sarah Huckabee Sanders, disse que o Conselho de Segurança Nacional e outros funcionários sabiam que "o presidente iria responder [...] com uma mensagem forte em termos inequívocos".
A remota e paradisíaca ilha de Guam, de apenas 550 km2 e onde vivem 162.000 pessoas, em sua maioria dedicados ao turismo, permanecia calma nesta quarta-feira diante da ameaça norte-coreana. O governador, Eddie Calvo, minimizou os atos de Pyongyang, mas assinalou que o território está "preparado para qualquer eventualidade".
Vista aérea de Guam (Foto: Marinha dos EUA via Reuters)Vista aérea de Guam (Foto: Marinha dos EUA via Reuters)Vista aérea de Guam (Foto: Marinha dos EUA via Reuters)
"Não é que haja algo que possamos fazer realmente, esta é uma ilha pequena, não há para onde correr", disse o morador James Cruz, da capital Hagåtña.

Rápido avanço

A retórica de Trump tem apresentado uma escalada em relação a Pyongyang, após dois testes bem-sucedidos de mísseis balísticos intercontinentais (ICBM) por parte do governo de Kim Jong-un.
O primeiro teste, descrito pelo líder norte-coreano como um presente aos "bastardos americanos", mostrou que o dispositivo poderia alcançar o Alasca. O segundo sugeriu que poderia chegar até Nova York.
Na terça-feira, o jornal "The Washington Post" relatou que a Coreia do Norte teria a capacidade de colocar pequenas ogivas nucleares nestes mísseis, segundo um relatório da Agência de Inteligência de Defesa (DIA, em inglês).
O jornal americano também assinalou que outra avaliação da Inteligência considerou que a Coreia do Norte tem agora até 60 armas nucleares, mais do que se pensava.
Alguns especialistas asseguram que Pyongyang ainda deve superar obstáculos técnicos, em especial para conseguir fazer uma miniatura de uma ogiva nuclear para introduzi-la com sucesso em um míssil.
Mas apesar das discrepâncias, todas estão de acordo que a Coreia do Norte avança rapidamente em sua corrida de armas nucleares desde a chegada de Kim Jong-un ao poder, em dezembro de 2011.


AFP